Arquivo de dezembro, 2013

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PIBID-HISTÓRIA – UEPB-2013

UNIVERSIDADE ESTADUALDA PARAÍBA

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO Á DOCÊNCIA

ESCOLA:  SENADOR ARGEMIRO DE FIGUEIREDO( POLIVALENTE)

PROFESSOR SUPERVISOR: MARIA HELENA FARIAS.

ALUNOS BOLSISTAS: ALZUMAR, WESLEY, BIAGIO ÍTALO, SABRINA.

BLOG ACESSO:  https://pibidhistoriauepb.wordpress.com

SEQUÊNCIA DIDÁTICA: TURMAS 2ºS  ANOS MÉDIO: A, B, C. – 2013.

TEMA: A REVOLUÇÃO FRANCESA E O PERÍODO NAPOLEÔNICO

 

CAMPINA GRANDE

TURMAS 2º ANOS MÉDIO

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: A REVOLUÇÃO FRANCESA- 1789 E O PERÍODO NAPOLEÔNICO.

1-      INTRODUÇÃO:  Ao estudar esse processo revolucionário na França, necessitamos repensar a maneira mais correta de buscar direitos e cumprir com os nossos deveres.  Iremos analisar como, ainda no século XVIII, a maioria do 3º estado mobilizou a sociedade de massa, para se fazer cumprir os direitos, os quais eram privilégios apenas da sociedade nobre. ( os ricos).

2-      JUSTIFICATIVA:  O processo revolucionário da França, trouxe mudanças significativas na política, na sociedade na economia e especialmente, mudou a vida do 3º estado o qual vivia submetido às ordens e exploração dos outros estados de elite. Ao estudar a Revolução Francesa, especialmente na sociedade que nos encontramos hoje, onde as revoltas são acompanhadas de Badernas… necessário se faz uma reflexão sobre o tema revolução e entender que para  um processo revolucionário há sempre um  objetivo a ser cumprido.

 

3-       OBJETIVO GERAL:  Despertar no aluno a habilidade de leitura e pesquisa e o entendimento sobre os objetivos que levaram os revolucionários do 3° estado  da França a mobilizar a sociedade de massa, em busca dos ideais de: liberdade, Igualdade e Fraternidade.

4-      OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

 — Incentivar o gosto pela leitura e pesquisa sobre os pontos do assunto em pauta;

— Analisar o processo revolucionário da França  verificando os motivos que tinha a sociedade carente do 3º Estado;

— Identificar a falta de participação e obrigações que tinha o 3º Estado na sociedade pré-revolucionária;

—  Compreender o  sistema de votação por estado que mantinham os franceses pré –revolução, entendendo que faltava os direitos dos cidadãos no geral;

— Identificar como legítima o pedido dos revolucionários, quando exigiram o voto por pessoa.

— Compreender o processo revolucionário da França em 1789, como uma solução para resolver os problemas sociais existentes.

5-      TEMPO ESTIMADO:  4 aulas de 45 minutos para explicação, pesquisa e leitura, mais o período de ensaio para os alunos protagonistas da peça teatral.

 

6-      MATERIAL PEDAGÓGICO NECESSÁRIO:

— Livros didáticos para leitura;

— Texto de apoio para melhor explicação;

–Acesso ao laboratório de informática para pesquisa a internet;

— Reprodução de vídeos que dê suporte ao entendimento do assunto

— Aula expositiva com slides, mostrando imagens relativas ao tema;

–Equipamentos de filmagens e fotográficos para registrar os momentos desenvolvidos sobre o tema.

7—DESENVOLVIMENTO:

1ª ETAPA:

Iniciar com uma explicação oral em sala de aula sobre o tema e depois levar os alunos para sala de vídeo para uma aula expositiva com slides ( vídeo  aula) mostrando imagens relativas aos itens em estudo.

Selecionar alunos que estejam com horários disponíveis a tarde, para ensaiar uma peça teatral para representação protagonizada do assunto.

2ª ETAPA:

Disponibilizar com os alunos bolsistas: dia, horário e dedicação para ensaiar  a peça teatral a ser realizada, sobre o tema em foco.

Cumprir o horário e dias determinado para que os ensaios sejam proveitosos.

3ª ETAPA:

Para os alunos protagonistas da peça, simular o trabalho para algum ajuste final

Para os alunos que não irão participar, avaliação em estilo simulado sobre o que foi estudado.

KIT PEDAGÓGICO A SER CUMPRIDO ( PROFESSORA E PIBIDIANOS)

Para a professora:

–elaborar uma seqüência didática (produto gerado);

— Produzir um texto de apoio para passar aos alunos para estudo ( produto gerado);

–Criar imagens e tópicos a serem desenvolvidos e explicados em sala de vídeo.

( vídeo aula) =( produto gerado) .

– Ministrar as aulas explicativas, tirar as dúvidas, encaminhar a pesquisa, avaliar.

Atribuições dos alunos Bolsistas:

Elaborar um plano de aula individual e procurar desenvolver seus objetivos no geral (produtos gerados)

— Procurar os alunos para marcar os dias, os horários em outro turno para os ensaios;

— Não faltar, nem chegar atrasados sem justificativa;

— Dialogar juntos como serão desenvolvidos os ensaios;

–Preparar os alunos para o dia da peça ( produto gerado)

— Criar um banco de questões para vestibular para pesquisa, ( 15 questões cada um) (produtos gerados)  total 60 questões.

 

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Aula de campo realizada no estado de Pernanbuco, começando pelo MARCO ZERO da cidade de Recife.

Instituto Ricardo Brennand (IRB) é uma instituição cultural brasileira localizada na cidade de Recife, no bairro da Várzea. É um instituto, fundado em 2002 pelo colecionador e empresário pernambucano Ricardo Brennand. O instituto está sediado em um complexo arquitetônico em estilo medieval, composto por trés prédios: Museu Castelo São JoãoPinacoteca e Galeria, circundados por um vasto parque.

Possui uma coleção permanente de objetos histórico-artísticos de diversas procedências, abrangendo o período que vai da Baixa Idade Médiaao século XXI3 , com forte ênfase na documentação histórica e iconográfica relacionada ao período colonial e ao Brasil Holandês, incluindo a maior coleção do mundo de pinturas de Frans Post, com quinze obras.

O instituto também abriga um dos maiores acervos de armas brancas do mundo, com mais de 3.000 peças, a maior parte proveniente daEuropa e da Ásia, produzidas entre os séculos XIV e XXI. A biblioteca do instituto possui mais de 62 mil volumes, datados do século XVI em diante, destacando-se as coleções de brasiliana e obras raras.(fonte:wikipedia)

Exploramos a cidade de Recife, sua arquitetura, depois chegamos no Instituto Brannand, onde paramos para uma aula sobre a cultura e influencia Holandesa naquele estado.

MARCO ZERO-RECIFE

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o Instituto Ricardo Brennand programou exposição da maior coleção de obras do pintor Frans Post. É mais um pedaço da ocupação holandesa no Brasil que será revelado com a abertura para o público desta exposição. A mostra exibe parte da preciosa coleção de Ricardo Brennand : retratos de Maurício de Nassau, mapas, plantas e moedas, etc. A atração maior, no entanto, são as 15 telas de Frans Post, sendo uma delas parte de uma restrita seqüência de quadros pintados ainda no Brasil.

O jovem artista holandês veio para o Brasil em 1637, integrando a comitiva do Príncipe Maurício de Nassau, guerreiro e administrador flamengo. Post passou mais de 7 anos no Brasil, a maior parte deles em Pernambuco, onde retratou de forma magistral as paisagens de um novo e estranho mundo.

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PIBID HISTÓRIA –UEPB 2013.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO Á DOCÊNCIA.

ESCOLA ESTADUAL: SENADOR ARGEMIRO DE FIGUEIREDO.

PROFESSOR SUPERVISOR: MARIA HELENA FARIAS.

ALUNOS BOLSISTAS: BIAGIO ÍTALO, WESLEY, ALZUMAR, SABRINA.

BLOG DE ACESSO:  https://pibidhistoriauepb.wordpress.com

PLANEJAMENTO DE AÇÕES: AULA DE CAMPO.  TURMAS 2º ANO MÉDIO A, B, C.

 

TEMA: A PARTICIPAÇÃO DOS HOLANDESES NO NORDESTE DO BRASIL.

 

CAMPINA GRANDE: 26/11/2013.

 

TURMAS DO 2º ANO MÉDIO.

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: A participação dos Holandeses no Nordeste, especialmente em Pernambuco.

 

1-      INTRODUÇÃO: Na série do 2º ano Médio, o tema “ As Invasões Holandesas no Brasil” se destaca, ao estudar a colonização de Portugal na Colônia. A História nos mostra o desejo de todo europeu pelas terras da América, especialmente pelas terras do Brasil. Foram muitos invasores e os holandeses fizeram a diferença, pois conseguiram se instalar por 24 anos no Nordeste brasileiro.

      

2-      JUSTIFICATIVA:  O tema explicado e estudado só na teoria, deixa indagações as quais poderiam serem analisadas com uma aula de campo, visitando lugares colonizados pelos holandeses. A prática faz toda diferença nos conteúdos ministrados.

 

    

3-      OBJETIVO GERAL: Desenvolver no aluno o gosto pelo estudo de História analisando o que se vê nos livros didáticos com a realidade objetiva das aulas de campo.

 

4-      OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

 

-Identificar no processo histórico cultural do Brasil os traços deixados pelos holandeses no Nordeste.

– Analisar o legado histórico dos pelos holandeses associando ao que estudou nos livros didáticos.

Compreender os objetivos dos holandeses, ao invadir o Nordeste do Brasil por duas vezes.

– Identificar na arquitetura urbana de Recife e Olinda, traços estudados sobre a permanência dos holandeses no Nordeste brasileiro.

-Compreender o que se estuda sobre os holandeses, verificando fatos e fotos no museu visitado

5-      TEMPO ESTIMADO:  5 horas após chegada a Pernambuco, para visitações.

 

6-      MATERIAL PEDAGÓGICO USADO:

— livros didáticos para leitura sobre o tema;

— laboratório de informática para pesquisa;

— aula expositiva com slides, mostrando imagens.

 

7-      DESENVOLVIMENTO:

1ª ETAPA: Estudo e pesquisa sobre as invasões holandesas no Brasil.

2ª ETAPA: Aula prática de campo, mostrando a formação da capitania de Pernambuco a partir do Marco Zero, passando pela arquitetura de Olinda e seguindo para o Instituto Brennand, Museu específico que retrata a vida dos holandeses na colônia brasileira.

 3ª ETAPA:  Culminância do entendimento, com avaliação escrita em questões de múltipla sobre o tema em estudo.

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Evento realizado na E.E.E.F.M.Argemiro de Figueiredo (POLIVALENTE) na cidade de Campina Grande-PB com o proposito de expandir e dar-se a conhecer um pouco da cultura Afro e Afro-Brasileira, esse evento foi realizado no dia 20 de novembro de 2013 no dia nacional da consciência negra no Brasil, foi realizado apresentações de danças (KUDURO E COCO-DE-RODA) como tambèm a degustação de comidas  típicas afro-brasileira (FEIJOADA, CUSCUZ) finalizando com uma palestra sobre a consciência negra e o preconceito com a professora de história da Universidade Estadual da Paraíba Drº Maria de Lourdes Lopo.

REPRESENTAÇÃO RELIGIOSA

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REPRESENTAÇÃO RELIGIOSA

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REPRESNETAÇÃO DO COCO-DE-RODA

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DANÇA KUDURO

Foto1858 Foto1857 Foto1855COMIDAS AFRO- BRASILEIRA

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SLIDE COM MUSICA E FOTOGRAFIAS AFRO E AFRO-BRASILEIRA

Foto1833 Foto1831ENSAIO DA DANÇA ‘KUDURO’ PROTAGONIZADA POR ALUNOS DO POLIVALENTE.

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PIBID- HISTÓRIA –UEPB 2013.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO Á DOCÊNCIA.

ESCOLA ESTADUAL: SENADOR ARGEMIRO DE FIGUEIREDO.

PROFESSOR SUPERVISOR: MARIA HELENA FARIAS.

ALUNOS BOLSISTAS: BIAGIO ÍTALO, WESLEY, ALZUMAR, SABRINA.

BLOG DE ACESSO: :  https://pibidhistoriauepb.wordpress.com

PLANEJAMENTO DE AÇÕES:  TURMAS 1º ANO MÉDIO A, B, C, D, E.

 

TEMA:”DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA NO BRASIL”(20/11/2013)

CAMPINA GRANDE, 20/11/2013.

TURMAS: 1º ANO MÉDIO

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Comemorações alusivas ao “Dia da Consciência Negra”

 

1-      INTRODUÇÃO:  Em consonância com a Lei 10. 639, que em 09/01/2003, instituiu no Brasil o dia 20/11, o Dia da Consciência Negra”, a qual tem como objetivo uma reflexão sobre a introdução do escravo negro no Brasil e a formação da etnia social do nosso país. A mesma Lei torna obrigatório o ensino sobre diversas áreas  da História e Cultura Afro-Brasileira.

     

2-       JUSTIFICATIVA: As ações foram pensadas e planejadas nesse dia em especial, pelo fato real e visível que ainda se percebe na sociedade geral, sobre o preconceito racial que se tem com os descendentes Afro  em vários setores: religiosidade, trabalho, cultura, música etc.

    3 –  OBJETIVO GERAL: Despertar no aluno a sociabilidade na convivência escolar, com os    descendentes Afro, respeitando suas crenças, costumes, músicas, danças. Linguagem, ou qualquer ato cultural herdados da cultura dos africanos.

     4_   OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

— Analisar na cultura dos brasileiros, aspectos e costumes deixados pelos africanos;

–Identificar palavras do nosso cotidiano que foram introduzidas pelos escravos africanos.

–Compreender a formação da etnia brasileira, a partir da mistura de raças no processo formal.

–Identificar os costumes, linguagem, culinária, palavras, religiosidade etc., deixados pelos escravos no Brasil.

5- TEMPO ESTIMADO: 3 horas. Período da manhã a partir de 8:30 doa dia 20/11/2013.

6- MATERIAL PEDAGÓGICO NECESSÁRIO:

–Livros didáticos para estudo sobre o tema.

–Internet, para pesquisa sobre os temas a serem trabalhados;

–Acesso ao laboratório de informática para análise de figurino e danças.

–Aula expositiva com slides, mostrando a cultura dos negros em diversas áreas.

7– DESENVOLVIMENTO:

1ª ETAPA: Estudo e pesquisa sobre os temas e modalidades a serem apresentadas.

2ª ETAPA:  Ensaios e treinamentos prévios sobre as modalidades estudadas.

3ª ETAPA: A culminância dos temas. Apresentações, danças, culinárias e palestras sobre o DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA e sua importância para o processo social igualitário.

4ª ETAPA:  Encerramento, palestra formal: convidada.  Professora doutora em História da UEPB, Maria de Lourdes Lopo, sobre o tema apresentado.

 

 OBS: A equipe do PIBID em História, da escola Senador Argemiro de Figueiredo foi envolvida em todas as modalidades. Participaram nas aulas, nos ensaios, na escolha dos figurinos, na culinária etc.

 

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TEXTO DE APOIO: A REVOLUÇÃO FRANCESA E O IMPÉRIO DE NAPOLEÃO.

 

A Revolução Francesa trata de acontecimentos marcantes, entre maio de 1789 a novembro de 1799 e foi dos maiores acontecimentos da humanidade. Essa revolução mudou uma página da nossa história; a Idade Moderna para a Idade contemporânea. Idade vivida até os dias atuais.

Para entender os revolucionários da França, necessitamos saber como estavam determinados: os direitos e os deveres da sociedade e como ela estava dividida. A sociedade da França pré revolução, estava dividida em ordens ou Estado.

Na hierarquia social da França estava o 1º Estado composto por: o Rei, absolutista, o clero (todo corpo social da igreja católica) e a nobreza real (familiares do rei). Essa classe social vivia de banquetes e luxo geral, a riqueza predominava, não pagavam nenhum imposto. O 2º Estado era composto pela nobreza de toga; pessoas ricas protegidas pelo rei, que tinham altos cargos e serviam a família real e ao clero. Não pagavam impostos.

Na 3ª Ordem ou estado, estavam todos os cidadãos, maioria da sociedade. Trabalhadores camponeses e burguesia rural, esses sustentavam todo o luxo dos dois estados, pois pagavam todos os impostos, viviam na pobreza, alto índice de desempregados, famintos, sem-terra, e tinham que se virar para pagar altos impostos para sustentar o luxo dos estados elite. Com essa extrema pobreza, o 3º Estado, liderado pelos jacobinos na pessoa de Robespierre, tinham o objetivo de seguir as ideias marxistas e lutar para tomar o poder das mãos de Luís XVI. A oportunidade surgiu, quando a França entrou em conflito com a Inglaterra e ajudou na independência dos EUA, e ficou com as finanças abaladas e resolveu aumentar os impostos pagos pelo 3º Estado, mas para fazer isso, teria que convocar os estados Nacionais, para votar a decisão e tornar legal a ordem a ser cumprida pela pobreza.

A Assembleia foi convocada, mas já se sabia o resultado, pois em todas as votações acontecia a mesma coisa; ganhava sempre o desejo do 1º e do 2º estados, pois o voto era por representação ( 1 pessoa de cada estado) sempre o resultado era, dois contra um, o 3º estado sempre perdia a votação. Nessa assembleia que havia sido convocada há 175 anos, não ia ser diferente, o terceiro estado seria obrigado a aumentar os impostos e cumprir a decisão. No dia da Assembleia, todos reunidos e rei Luís XVI anuncia; “vamos a votação, um representante de cada estado virá à frente para o voto”, nessa hora os representantes do 3º estado se posicionou contra: “o voto só será possível, se for por cabeça se não for, não terá voto nem decisão” O rei retrucou com ímpeto, “o voto será por representação, um membro de cada estado”.

Foi ai que todos os membros do 3º estado se retirou da assembleia e ocuparam o salão de jogo do palácio e juraram só sair de lá com uma Constituição para a França (Juramento da Apela). Os revolucionários combinavam e se revezavam no salão, caso algum deles necessitasse sair para qualquer coisa. Luís XVI, vendo que os revolucionários não ia desistir fácil, resolveu mandar o exército os tirar de lá e o salão foi invadido. Os revolucionários saíram de lá todos juntos e invadiram a Batilha, (prisão) onde tinha um enorme arsenal de armas e 5 pessoas detidas foi a Queda da Bastilha e o início da revolução francesa. Os revolucionários saíram de lá armados, liberaram os presos e saíram às ruas incendiando, derrubando tudo o que podia ser útil aos estados de elite.

O lema da revolução era: Liberdade. Igualdade e Fraternidade, pois resumia muito bem os desejos do 3º estado. Durante o processo revolucionário grande parte da nobreza deixou a França, porém a família Real foi capturada enquanto tentavam fugir do país. Presos os integrantes da monarquia, entre eles Luís XVI e sua esposa Maria Antonieta, os quais foram guilhotinados em 1793. O clero também não saiu impune, pois os bens da igreja foram confiscados durante a revolução. No mês de agosto de 1789, a Assembleia Constituinte cancelou todas as leis de caráter feudal que ainda existia na França e promulgou a Declaração dos Direitos do homem e do Cidadão. Esse importante documento trazia muitas mudanças sociais, garantindo direitos iguais aos cidadãos e maior participação na política para o povo. Após a revolução começaram as divergências entre; girondinos (representantes da alta burguesia) e dos jacobinos (representantes da baixa burguesia). Os girondinos queriam evitar uma participação maior dos trabalhadores rurais e urbanos na política, já os jacobinos, representados por Robespierre e Saint-Just, defendiam profundas mudanças na sociedade, que beneficiasse os pobres. Nessa disputa de ideias começam as perseguições, os ataques, os quais foi denominado FASE DO TERROR. Em 1792 os radicais jacobinos. Robespierre e seus aliados Danton e Marat, organizam as guardas nacionais as quais recebem ordens dos líderes, para matar qualquer pessoa que fosse oposição ao governo (a eles), Muitos integrantes da nobreza e outros franceses de oposição foram condenados a morte nesse período.

 A violência e a radicalização, são as marcas deixadas nesse período, as pessoas viviam assustadas, era o terror dos jacobinos. Os líderes dos jacobinos foram perseguidos e guilhotinados e a França fica sem governo. Em 1795, os girondinos assumem o poder e começam a instalar um governo burguês até aprovaram outra Constituição para o pais. Nesse cenário burguês, surge o general francês Napoleão Bonaparte. Para conseguir se fortalecer, Napoleão derruba o diretório e implanta um regime de Consulado onde se auto nomeia como 1º Cônsul. O governo de Napoleão na França, está dividido em três fases: Governo do Consulado, Governo Imperial e Governo dos Cem Dias. 

Como Napoleão conseguiu chegar ao poder nas três fases: A 1ª fase, o Consulado, é marcado pelo Golpe de 18 de Brumário. Esse golpe foi quando Napoleão derruba o diretório, cria um consulado e se auto proclama 1º Cônsul. (É chamado assim porque se refere ao calendário francês, mês brumário em nosso calendário é novembro e foi no dia 18 do mês.). A partir dese dia, Napoleão assume como 1º Cônsul, título nobre e poderoso. Nesse período Napoleão adotou algumas medidas administrativas como: criou o Banco da França 1800, criou a Lei da Concordata com a Igreja Católica, a qual estabelecia o vínculo entre estado e clero, porém dava o direito de Napoleão confiscar os bens da igreja se desejasse. Criou o Código de lei; o Código Napoleônico, que dava direitos religiosos e outros direitos a sociedade, reorganizou a educação na formação do cidadão francês. A elite agradecida com a administração de Napoleão, deu-lhe o título de Cônsul vitalício. Aproveitando dessa nova fase, Napoleão fez um plebiscito na França e seu governo foi aprovado por 60% da população e o regime monárquico foi restabelecido na França. Ele foi convidado pela elite, para assumir o cargo de imperador onde o papa foi convidado para coroar Napoleão, mas no dia da posse, Napoleão tomou a coroa das mãos do papa e se auto coroou, pronto, napoleão imperador da França. Como imperador, ele desejava usar seu exército para invadir país, dominá-lo e anexar todos a França, ficando a Europa incluso apenas na França. Seu maior inimigo era a Inglaterra, os ingleses se opunham a expansão territorial desejada por Napoleão.

Como a Inglaterra era a maior potência Naval, uma economia de exportação muito bem equilibrada e o exército treinado e preparado, Napoleão não a enfrentou, mas impôs impedimento de comércio com o país. Colocou em prática o Bloqueio Continental, proibiu de qualquer país europeu, manter qualquer comércio com a Inglaterra. O objetivo de Napoleão com esse bloqueio, era enfraquecer a Inglaterra economicamente.

Napoleão enfrentou países diversos, os vencendo com ênfase: na Áustria na Prússia, Suécia, Espanha, todos os países foram derrotados pelo imperador, formando um imenso território capaz de atender aos desejos de Napoleão.

Os países que não foram invadidos estavam sob o controle do mesmo com o Bloqueio com a Inglaterra. D. João VI, príncipe regente de Portugal era negociador com a Inglaterra e com as ordens de Napoleão ficou má situação, mas fez um jogo duplo: se comprometeu com Napoleão acabar com as negociações com a Inglaterra, mas às escondidas o fazia. Quando Napoleão ficou sabendo disso, se organizou para invadir Portugal, temeroso do que ia acontecer a família real portuguesa foge para a colônia brasileira. A Rússia também não obedeceu ao Bloqueio e foi invadida, porém os russos venceram à tropas de Napoleão e ele foi preso na Ilha de Elba de onde fugiu no ano seguinte, invadiu novamente a França e retomou seu poder, poder esse que só durou cem dias. Foi o governo dos CEM dias de Napoleão. Com o poder de volta Napoleão resolveu atacar a Bélgica mas foi derrotado pela segunda vez a Batalha Waterloo, de onde foi enviado para a Ilha de Santa Helena em 1815. Napoleão foi preso e exilado pela segunda vez e morreu em 1821, sua morte suspeita-se de envenenamento.

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PIBID-HISTÓRIA-UEPB-2013

UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA

ESCOLA: SENADOR ARGEMIRO DE FIGUEIREDO (POLIVALENTE)

PROFESSOR SUPERVISOR: MARIA HELENA

ALUNO PIBIDIANO: WESLLEY RANGEL

TURMA: 2sº ANOS

DURAÇÃO: AULAS DE 50 MINUTOS

 

PLANO DE AULA

1. TEMA

Revolução Industrial.

2. OBJETIVO GERAL

Despertar uma reflexão dos educandos sobre o ‘estopim’ que a revolução industrial gerou dentro do capitalismo em ascensão na Europa, particularmente na Inglaterra entre os séculos XVIII e XIX.

3. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Analisar o cenário político e cultural da Europa na transição dos novos processos de manufatura em fins do século e XVIII e os primeiros momentos do século XIX.
  • Entender os motivos que levaram a transição dos métodos de produção artesanal para a produção e a utilização de máquinas.
  • Compreender como o uso do ferro e o uso crescente da energia a vapor culminaram com o acelerado processo de industrialização da Inglaterra.
  • Contextualizar os aspectos que marcaram a revolução industrial na vida cotidiana da sociedade européia.
  • Identificar, a partir da revolução industrial, como os trabalhadores perderam o controle do sistema produtivo, uma vez que passaram a trabalhar para um determinado patrão.
  • Discutir como o episódio da revolução industrial integrou o conjunto das chamadas revoluções burguesas do século XVIII.
  • Incentivar a leitura e a pesquisa sobre o tema discutido em sala de aula.

4. METODOLOGIA

O conteúdo deverá ser abordado, tendo em vista uma apresentação oral direcionada à turma e gravado em arquivo audiovisual situando questões problematizadoras a temática: “Revolução Industrial”. Logo em seguida, os alunos se submeterão a responderem um banco de questões propostas para os vestibulares e o ENEM.

5. RECURSOS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS

  • Livro didático de História;
  • Texto de apoio;
  • Câmera digital para filmagens e fotografias.

6. AVALIAÇÃO

  • Prova escrita;
  • Participação na discussão em sala de aula da temática abordada.