Artigo Científico – A MÚSICA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO: NOVAS FORMAS DE ENSINO – APRENDIZAGEM EM HISTÓRIA.

Publicado: dezembro 27, 2012 em Alguns Artigos Científicos, PIBID HISTÓRIA UEPB

A MÚSICA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO: NOVAS FORMAS DE ENSINO – APRENDIZAGEM EM HISTÓRIA.

Geilza da Silva Santos[1] (UEPB)

                                             Dra. Auricélia Lopes Pereira²(UEPB)

O presente artigo tem por finalidade discutir novas abordagens para se trabalhar determinados temas históricos, procurando inovar na prática pedagógica e na necessidade de novos recursos em sala de aula, contribuindo para tornar a aula mais dinâmica e proveitosa. A música tem se tornando importante instrumento didático para a aprendizagem de História, pois ao se trabalhar com ela o aluno poderá perceber o momento histórico e posteriormente o analisar em um contexto mais amplo e dessa forma o professor não ficará apenas preso ao livro didático. Trabalhar com a música é ampliar a variedade de linguagens, permitindo dessa forma, descobrir novos caminhos de aprendizagem. Nesse sentido utilizando-se da música “Roda Viva” do compositor renomado, o brasileiro Chico Buarque de Holanda, procuraremos demonstrar como o professor pode utilizar de determinadas musicas em sala de aula, no caso desta, abordando sobre a ditadura militar no Brasil em outros aspectos que não está contemplado no livro didático. Tendo em mente que a música faz parte do cotidiano do aluno, é interessante utilizá-la, pois o professor dessa maneira pode indicar uma boa música dentro do contexto que é estudado, despertando questionamentos por parte dos alunos em relação a determinado período e contribuindo para mostrar que tudo pode ser objeto de História.

Palavras- chave: Ensino de História; Inovação; Música.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1. Introdução

O ensino de História, ainda está permeado de uma visão positivista e eurocêntrica, sendo baseado em um “conhecimento” repetitivo, pronto e acabado.

A Historiografia baseada nas escolas dos Annales ampliou consideravelmente o campo do Historiador ampliando os seus objetos. A incorporação de novas linguagens pela História contribuiu para transformações teóricas, e consequentemente reinventou a prática do historiador. Isso reflete no ensino de História onde cada vez mais se faz necessário à renovação de novos métodos de ensino, utilizando diversos materiais.

Seguindo esse viés, procuraremos trabalhar procurando abordar a inovação metodológica. Neste caso como utilizar a musica em sala de aula, tendo, por exemplo, a música de Chico Buarque, salientando que através destas podemos entender mais sobre o período da ditadura, ou seja, podemos perceber e compreender não apenas o lado dos “grandes”, mas o que pensavam determinadas pessoas acerca desse período. Tendo em vista que o próprio Chico não era bem visto pelos militares.

Através de bibliografias que abordam sobre inovações metodológicas, da musica como documento em sala de aula, da biografia do autor da música, além de textos que abordam a questão da ditadura militar, analisaremos a musica “Roda Viva” (Chico Buarque), mostrando que esta não deve ser apresentada para os alunos como uma simples melodia, mas que o professor procure dialogar de uma forma que o aluno perceba toda a carga ideológica que uma musica pode trazer, fazendo que este também dialogue com esta e levante seus próprios questionamentos e conclusões.

 

 

 

 

 

 

 

2. A música enquanto documento histórico

Nem sempre á musica foi considerada documento, isto ocorreu devido às transformações ocorridas na historiografia e na ampliação do uso de fontes históricas. Como ressalta JANOTTI: “O uso das fontes também tem uma história porque os interesses dos historiadores variaram no tempo e no espaço”. (2008, p.10). Nesse sentido é interessante abordar as modificações nos objetos de pesquisa da História.

A História no séc. XIX era voltada para uma concepção positivista, onde tentavam cada vez mais aproximá-la da ciência e para que isto ocorresse os historiadores deveriam apenas coletar os documentos, verificar a autenticidade e sintetiza-los, sem que fizesse interpretação. Dessa forma, como salienta REIS: “A função do historiador seria a de recuperar os eventos, suas interconexões e suas tendências através da documentação e fazer-lhes a narrativa”. (2004, p.16). A História dita positivista se limitava apenas a documentos oficiais, produzidos por governantes, nesse sentido a História baseava-se em eventos políticos, sendo obras de “grandes homens”, “grandes heróis”, estes documentos eram considerados para os positivistas como a verdade absoluta.

No entanto no final da década de 1920, surge um grupo de historiadores franceses, destacando-se Lucien Febvre e Marc Bloc, dando inicio a uma renovação historiográfica com a criação da revista Annales(1929) e da nova corrente historiográfica, a “Escola dos Annales”. Essa nova historiografia rompia com a História Metódica, ampliando os limites da História, seus campos de pesquisa, a noção de fonte foi ampliada, indo além da fonte escrita (oralidade, registros sonoros, anúncios, filmes, iconografias, monumentos e etc.) e novos sujeitos foram incorporados á História. Exigindo assim a ampliação das reflexões teóricas e metodológicas. Defendiam, uma história problema, comparativa, analisando, questionando, criticando, levantando hipóteses, na construção de uma história inclusiva. Posteriormente somaram-se a essa vertente historiográfica Fernand Braudel, Jacques Le Goff, Le Roy Laudiere, Marc ferro, Mechel Vovelle, George Duby entre outros.

Nesse sentido, novos objetos foram incorporados á História. Entre eles trabalhos sobre o cotidiano, as mentalidades, o inconsciente, cinema, festas, fotografias, celebrações religiosas e etc. Entre os mais diversos temas, passam a fazer a História vista de vários aspectos, inclusive a história da música.

No entanto, muitas dificuldades são encontradas para se utilizar a música como objeto de pesquisa por não ter um domínio da linguagem musical, por exemplo. No entanto é possível se fazer uma Historia baseada com nessa fonte. No caso do Brasil, como ressalta NAPOLITANO (2005): “a canção ocupa um lugar especial na produção cultural, em seus diversos matizes, ela tem o termômetro, caleidoscópio e espelho não só das mudanças sociais, mas, sobretudo das nossas sensibilidades coletivas mais profundas”. (p 77). Dessa forma a música pode contribui para compreender melhor determinado período histórico. E assim pode ser utilizada enquanto documento em sala de aula. Como mostra ABDU:

As mudanças de paradigmas do conhecimento histórico acadêmico, a principal referência para a construção do conhecimento históricoescolar, permitem que este também reelabore os seus próprios elementosde construção, ao relacioná-los na aula de história. (2005, p.2)

 

Nesse sentido, as fontes utilizadas para o conhecimento histórico acadêmico são direcionadas para serem também recursos didáticos auxiliando o aluno na construção do seu conhecimento. A música como documento, portanto, pode ser utilizada em sala da aula, como uma forma mais dinâmica e prazerosa de formas de ensino-aprendizagem permitindo que este também reelabore os seus próprios conhecimentos.

 

 

 

 

 

 

3. A música no ensino de História

A música, enquanto documento, pode ser utilizada como um instrumento didático no processo de aprendizagem, pois é objeto de construção do conhecimento histórico. O professor terá papel imprescindível nas novas inovações metodológicas. Como destaca SCHIMITCH:

Ele é o responsável por ensinar ao aluno como captar e valorizar as diversidades das fontes e dos pontos de vista históricos, o levando a reconstruir, por adução. O percurso da narrativa histórica. Ao professor cabe ensinar ao aluno a levantar problemas, procurando transformar, em cada aula de história, temas e problemáticas em narrativas históricas. (2004, p.30).

Nesse sentido, o professor tem um papel importante enquanto mediador no processo de conhecimento, fazendo com que o aluno se posicione acerca dos saberes. Além do que ao utilizar á música em sala o professor estará despertando no aluno novas formas de conhecer e interpretar. A História como forma de conhecimento como destaca KNAUSS (1996):

Deve ser orientado no sentido de indagar a relação dos sujeitos com os seus objetos de conhecimento de conhecimento, provocando seu posicionamento, questionando as formas de existência humana e promovendo a redefinição de posicionamentos dos sujeitos no mundo em que vivem. (p.28).

Ao abordar o conhecimento histórico por essa vertente no ensino de História se romperá com a cadeia normatizadora do conhecimento pronto e acabado se buscando que o aluno e professor sejam agentes ativos e não mais agentes passivos na construção do conhecimento. Ao utilizar a música como um documento em sala o professor também estará rompendo com a cadeia normatizadora que tem o livro didático como sendo detentor da verdade única e absoluta.

Além do que como aborda SHIMITCH (2004), ao se buscar inovar em sala de aula, estará desmistificando cada vez mais a ideia que permeia a imagem do professor enquanto uma verdadeira “enciclopédia”, sendo este detentor do poder. Ao invés desta imagem o professor será associado ao “professor construtor” que auxiliará o aluno ao a construção do saber.

O ensino de História no Brasil, principalmente no que diz respeito, a História do próprio país, ainda está muito presa a História positivista, ou seja, utilizou-se por muito tempo a metodologia positivista, resultando numa história repetitiva, desinteressante para se compreender.A música tem o papel de romper com o óbvio, levantando novas questões, problemáticas e abordando temas até então pouco discutidos em sala de aula. Além do que como destaca CATELLI: “Estudar a história do homem inclui tudo o que contribuiu para refletir acerca da experiência humana em um determinado tempo e espaço”. (2009, p.141). A música, neste sentido, como fonte de conhecimento histórico é uma referencia da expressão politica e cultural do país, na visão de determinados autores que observam o contexto social no qual vivem. Utilizada em sala, portanto, a música será uma forma do aluno perceber o momento histórico e elaborar seus próprios conceitos acerca de determinado período. Como enfatiza ABDU(2005):

As letras das musicas se constituem em evidencias, registros de acontecimentos a serem compreendidos pelos alunos em sua abrangência mais ampla, ou seja, em sua compreensão cronológica, na elaboração e re-significação de conceitos próprios da disciplina. Mais ainda, a utilização de tais registros colabora na formação dos conceitos espontâneos dos alunos e na aproximação entre eles e os conceitos científicos. (p.8)

O período da ditadura, por exemplo, foi um período onde surgiram diversas composições, por meio destas os compositores encontraram uma forma de resistência e de denúncia em um período marcado pela repressão e a falta de liberdade, ou seja, como uma forma de tornar públicas suas discordâncias sociais e políticas.

A música “Roda Viva” composta por Chico Buarque de Holanda em 1967, por exemplo, faz parte entre tantas compostas no período da ditadura que chegou até nós com uma carga ideológica da época.  Essa música contribui para mostrar a ditadura por outro viés, sendo interessante trazê-la esta para a sala de aula.

Num primeiro momento, é interessante trazer a música para sala para que os alunos a escutem e se possível mais de uma vez para que estes prestem atenção nos detalhes da musica, na letra, na melodia, nos arranjos, nos instrumentos que percebam dessa maneira as emoções que a música desperta. Isto contribuirá para que estes possam levantas suas primeiras impressões sobre a música. O segundo passo será aprofundar o conhecimento acerca da canção, por exemplo, sobre a biografia, o contexto em que ela foi escrita. Como nos mostra CATELLI (2009), salientando a importância de se fazer questionamentos para contextualizar a música:

  • Que relação à música tem com o contexto da época (cultural, econômico ou político);
  • O que expressa a letra em relação á época em que foi escrita;
  • Se o autor pertencia a algum movimento especifico ou se participava de algum movimento político

A música “Roda-Viva” tem por compositor Chico Buarque, mas quem era ele? Para que público era voltada sua música? Dessa forma, levantar sobre a vida do compositor é crucial para a análise da sua música, para posteriormente perceber em qual contexto a música foi feita.

Francisco Buarque de Holanda: o Chico Buarque nasce em 19 de julho de 1944. Filho do historiador Sérgio Buarque de Holanda e dapianista amadora Maria Amélia Alvim Buarque de Holanda. Desde criança, por intermédio de sua irmã Heloísa Buarque de Holanda, mantém contato com diversas celebridades do meio musical. No período da sua juventude acompanha a ditadura militar, período em que houve grande repressão a artistas e estudantes. Suas canções faziam críticas ao governo instalado no Brasil, além do que foi considerado o inimigo do governo. A solução encontrada para se opor ao governo teria sido as canções de protesto para tentar questionar o governo de forma explicita. Chico Buarque que fazia parte da MPB não ficou de fora, nas suas canções pode se perceber o medo, á angustia pela falta de liberdade.

 

Na sua canção “Roda Viva”, podemos perceber toda uma carga ideológica, que fica explicita na entre linhas dos versos. Esta é uma forma de mostrar que o povo queria falar, mas eram impedidos, tinham propostas, mas não eram escutados.

O titulo faz alusão aos militares e sua forma de abordar para prender os “subversivos” ao governo. Além do que no dicionário a palavra roda-viva significa movimento incessante, agitação, confusão. No entanto na canção ela está mais ligada à questão da morte, ao contrário do que indica a palavra. A roda elimina, tira aquilo que ainda está se desenvolvendo. As duas primeiras estrofes:

Tem dias que a gente se sente/Como quem partiu ou morreu/A gente estancou de repente/Ou foi o mundo então que cresceu/A gente quer ter voz ativa/No nosso destino mandar/Mas eis que chega a roda viva/E carrega o destino prá lá (…).

 

 

 

Nesse trecho podemos notar a sensação de impotência perante a situação existente, do questionamento da sua posição diante do que está acontecendo. A partir do trecho “a gente quer ter voz ativa”, percebe-se a vontade de participar de ser ativo e ter o direito de fazer suas escolhas. No entanto isso não acontece, pois a ditadura não permite, a “roda viva” é quem decide por você.

No trecho a seguir, o refrão da música:

Roda mundo, roda-gigante / Roda-moinho, roda peão / O tempo rodou num instante / Nas voltas do meu coração (…).

A própria melodia desta parte da música exala a sensação rotatória. Pode ser que nessa nesse trecho se refira o atingimento da ditadura nos círculos da sociedade, percebe-se que a “roda” vai diminuindo, pois vai do mais geral para o mais individual: roda mundo, roda gigante, moinho, pião. Além do que se percebe que por mais que tente ou não mudar algo, a roda viva não vai parar e o mundo não vai parar para esperar, ou para ajudar.

No verso seguinte, o autor deixa transparecer a questão das prisões, ou seja, quem resistisse ao governo seria levado, seria preso. O desejo de mudar é ignorado.

A gente vai contra a corrente/Até não poder resistir/Na volta do barco é que sente/O quanto deixou de cumprir/Faz tempo que a gente cultiva/A mais linda roseira que há/Mas eis que chega a roda viva/E carrega a roseira prá lá(…).

Percebe-se nesses versos que por mais que se tentasse ir contra a corrente, não era suficiente para abalar a ordem. No entanto a esperança é cultivada, “coisas boas” são plantadas e aqui descritas como uma “roseira”, mas chega à roda viva e acaba com as perspectivas. A seguir mais uma vez entra-se no refrão e a seguir vem os vêm os versos.

A roda da saia mulata/Não quer mais rodar não senhor/Não posso fazer serenata/A roda de samba acabou/A gente toma a iniciativa/Viola na rua a cantar/Mas eis que chega a roda viva/E carrega a viola prá lá/(…)

Nesses versos percebe-se que não foi apenas a participação política que foi impedida, mas impediu também o envolvimento entre as pessoas, as conversas calorosas, acabou o samba. Nota-se a quietude de uma população frente à censura sendo de impedido de lutar pelo seu país, aquietando-se e ficando “calado”. A partir do verso: “A gente toma a iniciativa”, nota-se uma repetição da questão de lutar contra a corrente. A viola representa a música, as composições que criticam a ditadura que alertam o povo, são levadas pela roda viva, são censuradas pela Ditadura.

Nas duas ultimas estrofes da música, percebe-se de certa forma uma desesperança ao fim da ditadura:

O samba, a viola, a roseira/Que um dia a fogueira queimou/Foi tudo ilusão passageira/Que a brisa primeira levou/No peito a saudade cativa/Faz força pro tempo parar/Mas eis que chega a roda viva/E carrega a saudade prá lá/ (…).

A vontade de participar, de se voltar contra a ordem opressora, são oprimidos, resultando apenas em uma ilusão passageira. Depois de tanto lutar sem resultados, desiste-se de fazer a diferença. Existe a saudade no peito, uma vontade de que as coisas voltem a ser como eram. No entanto existe o descontentamento, tristeza, sendo mais uma coisa que a roda viva retira do povoa saudade.

A música, portanto, utilizada dessa forma contribuirá significativamente para que o aluno possa buscar melhor compreender esse período, para que possam levantar suas conclusões do que representava para o povo a falta de liberdade para se expressar num período marcado pela repressão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

4. Considerações finais

A música como instrumento didático, como podemos perceber contribui significativamente para que o processo de ensino-aprendizagem ocorra de uma forma mais prazerosa, esta é uma importante ferramenta na busca por uma aula de história diferenciada. Na medida em que permite a problematização e a reflexão com relação ao tema.

Alguns livros didáticos já trazem como complemento algumas músicas. Mas é interessante saber como usá-la não apenas mostrar para os alunos como um simples adereço, é necessário problematizar a música em questão, transformar em objeto de pesquisa, para que os alunos através de suas análises possam ser construtores do conhecimento. E também para que perceba a música como uma forma de expressão de ideias populares, reconhecendo sua influência na vida social, política e econômica do país. E ainda, na mesma medida que expressa, ela projeta e cria subjetividade, êthos, modos de ser e viver.

A sua utilização não pode se restringir apenas a letra da música, mas a seu contexto histórico contribuindo, sobretudo para construção e transformação de conceitos, e contribuindo para a constituição da identidade histórica do aluno.

Além do que ao se trazer a música para se analisada em sala, pode contribuir para que o aluno passe também a analisar outras músicas que fazem também parte de seu cotidiano. Ao utilizar a música Roda-viva, por exemplo, o aluno poderá se sentir mais próximo das aflições e preocupações de uma época, sem ser pelo viés do “vencedor”, o que contribuirá para um maior engajamento nas discussões em sala.

 

 

 

 

 

 

5. Referências

ABDU, Kátia Maria. Registro e representações do cotidiano: A música popular na aula de história. Cad. Cedes, Campinas, vol. 25, n. 67, p. 309-317, set./dez. 2005. Disponível em http://www.cedes.unicamp.br

BERUTTI, Flávio. Ensinar e Aprender História. Belo Horizonte: RHJ,2009.

CATELLI JUNIOR, Roberto. Temas e linguagens da História: ferramentas para sala de aula no ensino médio. São Paulo: Scipione,2009.

JANOTTI, Maria de Loudes.  O livro fontes históricas como fonte. IN: PINSKY, Carla Bassanizi (org). Fontes Históricas. São Paulo: contexto, 2005 (p.9-21)

KNASS, Paulo. Sobre a norma e o óbvio: a sala de aula como lugar de Pesquisa. In: NIKITIUK, Sônia L. (org.) Repensando o Ensino de História. 5 ed. SP: Cortez, 2004.

NAPOLITANO, Marcos. “Para uma História cultural da música popular”. In________ História e música- história cultural da música popular. Belo Horizonte: Autêntica 2005. (p. 77-108).

__________. História e Música. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.

______, Fontes audiovisuais A História depois do papel. In: PINSKY. Carla B. & Outros. Fontes Históricas. São Paulo: Contexto, 2005.

REIS, José Carlos. A História entre a filosofia e a ciência. Belo Horizonte: Autêntica 2004.

SOUZA, Marly (org). Os brasileiros de Chico Buarque. In__________Diálogos entre literaturas e outras artes. João Pessoa:Editora Universitária da UFPB,2009.(p,201-216)

SCHIMIDT, Maria Auxiliadora; CAINELLI, Marlene. Ensinar História. São Paulo: Scipione, 2004.

Sites da internet:

Disponível em: ftp://ftp.usjt.br/pub/revistaic/pag35_edi01.pdf. Acesso em: 05-09-2012.

Disponível em: http://www2.tvcultura.com.br/aloescola/literatura/poesias/chicobuarquedehollanda_rodaviva.htm. Acesso em: 10-09-2012

Letra da música de Chico Buarque da Roda Viva: Disponível in: http://letras.terra.com.br/chico-buarque/, acesso em 05-07-2012.


[1] Discente em História, Universidade Estadual da Paraíba, Bolsista PIBID/CAPES, ilza.sts@hotmail.com.

²Professora do Departamento de História da Universidade Estadual da Paraíba, coordenadora do PIBID de História, auricélialpereira@yahoo.com.br.

 

 

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s